Reconhecimento facial e biometria
Leitores faciais 3D e biometria digital Control iD e Intelbras. Identificação em menos de 0,5 s, operação offline com sincronização posterior e banco de até 50.000 usuários.
Controle de acesso para empresas em Americana, Campinas e Piracicaba
Implantação de leitores faciais de alta precisão, biometria digital, tags RFID, QR Code e catracas industriais. Gestão de usuários, log auditável e integração com NVR para registro visual vinculado a cada evento de acesso.
Leitores faciais 3D e biometria digital Control iD e Intelbras. Identificação em menos de 0,5 s, operação offline com sincronização posterior e banco de até 50.000 usuários.
Tags RFID 13,56 MHz e 125 kHz, QR Code dinâmico para visitantes temporários e credencial via smartphone. Perfis de acesso por horário, dia da semana e zona do ambiente.
Catracas tripod, full-height e de alta segurança com integração ao leitor de acesso. Software de gestão com log de eventos, relatórios de presença e alerta de acesso não autorizado.
Ambientes mais aderentes
Controle de acesso é necessário sempre que a operação precisa saber quem entrou, em qual horário e em qual zona do ambiente — com registro auditável e resposta automática a acessos não autorizados.
Leitor facial na entrada, registro automático de ponto, perfil de acesso por departamento e alerta em tempo real para gestor em caso de acesso negado.
Controle de acesso por face ou tag para moradores, prestadores de serviço e visitantes. QR Code temporário para entregas e registro de histórico por unidade.
Catracas em portaria principal, controle de acesso por setor com permissão por função, integração com CFTV para registro visual de cada evento e log exportável para auditoria.
Base em Americana — SP. Projetos, instalação e manutenção em Americana, Campinas, Piracicaba e demais cidades do interior de SP.
Leitores 2D usam câmera comum e podem ser enganados com foto. Leitores 3D com sensor de profundidade (ToF ou estruturado) mapeiam o rosto em três dimensões, resistindo a fraudes com foto ou máscara. Para ambientes com alto nível de segurança, o 3D é o padrão recomendado.
Sim. Os controladores de acesso operam em modo offline com armazenamento local de logs e usuários. A sincronização com o servidor central e as notificações em tempo real requerem conexão de rede, mas o controle de acesso físico não para em caso de queda de internet.
A integração via SDK ou protocolo Wiegand vincula cada evento de acesso a um clip de vídeo no NVR. Na prática, ao clicar em um evento de entrada no software de controle de acesso, o vídeo da câmera naquele exato momento é exibido automaticamente — sem busca manual.
Referência técnica
Critérios práticos para escolha de tecnologia, arquitetura do sistema e definição de escopo.
Facial é ideal para alto fluxo sem contato. RFID é rápido e barato por usuário, mas permeável a empréstimo de tag. Biometria digital é inãlienável, mas lenta em escala. QR Code é prático para visitantes temporários. A maioria dos projetos combina dois métodos.
Wiegand 26-bit limita o banco a 65.535 códigos únicos. Controladora subdimensionada gera fila em horário de pico. Fonte sem no-break derruba o sistema em queda de energia. Esses três pontos são responsáveis por 80% das falhas recorrentes.
Registro de quem acessou, em que horário e qual zona do ambiente gera evidência para investigação de incidentes, comprovação de jornada, auditoria de terceiros e relatórios para seguradoras. Dados devem ser armazenados localmente com backup redundante.
Próximo passo
Com planta do ambiente e descrição do fluxo de acesso é possível dimensionar o sistema, escolher a tecnologia correta e estimar escopo antes da visita técnica.